(Fonte da imagem: ABC News)

Poucos dias após a ação bem sucedida que resultou na morte de Osama bin Laden, a marinha norte-americana enviou uma unidade especial para o Oceano Pacífico em busca de minas escondidas. Porém, em vez de ser constituída por humanos, a divisão responsável pela missão era totalmente constituída de golfinhos treinados especialmente para a função.

Os animais são parte de um programa secreto chamado Marine Mammal Program (Programa de mamíferos marinhos, em uma tradução livre), conhecido por treinar golfinhos, leões marinhos e focas para as mais diversas operações. Durante a Guerra do Iraque, unidades do tipo utilizadas em larga escala para encontrar minas e submarinos inimigos, auxiliando os soldados ao enviar imagens através de câmeras de alta resolução.

O programa foi fundado durante a década de 1960, e já empregou diversas espécies de tubarões, arraias, baleias e focas desde seu início altamente secreto. A unidade especial, baseada na cidade de San Diego, conta atualmente com cerca de 100 animais, dos quais somente leões marinhos e golfinhos treinados estão prontos para situações reais de combate.

Sensores naturais

Entre os animais utilizados, os golfinhos se destacam por possuir um sonar natural que localiza facilmente qualquer objeto no fundo do oceano. Já os leões marinhos são utilizados principalmente para recuperar explosivos, além de ficar atentos à aproximação de mergulhadores inimigos.

Atualmente, a marinha norte-americana está pesquisando baleiras da espécie Beluga para determinar quais tipos de tarefa elas seriam capazes de realizar. Os pesquisadores contam atualmente com dois animais do tipo, localizados no Sea World de San Diego que, até o momento, não foram utilizados em nenhuma operação.

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