Vídeo de deepfake coloca Sylvester Stallone em Esqueceram de Mim

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O clássico filme Esqueceram de Mim, lançado em 1990, voltou a ganhar os holofotes na última semana, e não foi apenas por causa do Natal: um especialista em edição de vídeo utilizou a técnica de deepfake para colocar Sylvester Stallone no lugar de Macaulay Culkin no longa-metragem.

O vídeo de sete minutos traz diversas cenas do filme com o rosto do ator que interpreta o Rambo tocando o terror em Esqueceram de Mim. Chamado de Home Stallone, o filme vai além de simplesmente colocar o astro de ação no lugar do protagonista e até traz uma narrativa original montada com cenas do longa-metragem dirigido por Chris Columbus.

Além do trabalho feito com a substituição do rosto do ator ser impressionante, o vídeo também conta com uma dublagem própria, o que garante ainda mais imersão para a brincadeira de Natal.

Ano do deepfake

O responsável pela produção é conhecido na internet como Ctrl Shift Face e é um dos especialistas na tecnologia de substituir rostos. Além de ter transformado o Natal dos fãs de Esqueceram de Mim, o canal do YouTube recriou outras grandes cenas durante 2019 usando deepfake, incluindo cenas da série The Office e uma versão do filme O Iluminado protagonizada por Jim Carrey.

Durante o ano de 2019, o deepfake ganhou bastante notoriedade e também catapultou outros produtores de conteúdo que trabalham com a polêmica tecnologia. Um vídeo publicado no YouTube colocando Will Smith como protagonista de Matrix, por exemplo, conseguiu angariar mais de um milhão de visualizações em cerca de dois meses.

Apesar de gerar momentos divertidos, a tecnologia também foi responsável por polêmicas em 2019. A facilidade em substituir rostos e manipular imagens trazida pelo Deekfake gerou preocupações de especialistas. Durante o ano, estudiosos e grandes empresas como a Google começaram a desenvolver projetos para desmascarar produções feitas com a técnica, visando evitar a disseminação de notícias falsas.

Considerando que 2020 é ano de eleições no Brasil e também nos Estados Unidos, será que o deepfake continuará sendo tendência e ganhará mais usos para desinformação? Deixe sua opinião nos comentários!

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