Em parceria com QuTech, o instituto de pesquisa da universidade pública holandesa TU Delft, a gigante Intel pretende injetar US$ 50 milhões, cerca de R$ 192 milhões, em estudos, desenvolvimento e solução de problemas de computação quântica. Para saber mais sobre computação quântica e qubits, confira a matéria do TecMundo sobre qubits.

Pode parecer estranho ver a Intel investindo tanto dinheiro em pesquisas de computação quântica, uma vez que os sistemas D-Wave foram testados e realmente são computadores quânticos. Os dispositivos da D-Wave, no entanto, possuem algumas limitações significantes.

Esses tipos de computadores não possuem um hardware adequado para dispositivos móveis, pois são muito grandes e exigiriam uma quantidade enorme de energia para funcionar.

O número de qubits tem crescido de modo consideravelmente rápido, mas a quantidade total de conexões entre os qubits não aumentou na mesma proporção – e são as ligações entre eles que ditam a complexidade e a natureza dos problemas que o computador pode, de fato, solucionar. Os sistemas D-Wave são escassamente conectados, o que simplifica muito o roteamento e a construção, mas também limita os casos de utilização real do computador.

Tecnologia infinita

Esses tipos de computadores não possuem um hardware adequado para dispositivos móveis, pois são muito grandes e exigiriam uma quantidade enorme de energia para funcionar. A razão pela qual a Intel e outras empresas estão tão interessadas em construí-los é porque computadores quânticos podem ser usados para resolver certos problemas tão complicados que seriam necessários bilhões ou trilhões de anos para respondê-los com precisão usando equipamentos tradicionais.

Vamos torcer para a Intel: o desenvolvimento de um computador quântico pleno poderia expandir infinitamente as fronteiras do conhecimento humano e da nossa compreensão do universo.

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