O dia primeiro de setembro de 2011 marcou um fato revolucionário para a ciência atual. Quase 30 anos depois de ser proposto por Richard Feynman, um grupo de cientistas austríacos conseguiu criar com sucesso o primeiro simulador quântico digital da história. E acredite, ele é tão incrível quanto se pode imaginar.

O sistema do equipamento consiste em uma memória formada por alguns íons presos, que são controlados por pulsos laser, o que permitiu ao grupo o processamento de quantias absurdas de informação a uma velocidade próxima  à da luz com apenas alguns bits de memória. Quão grandes eram esses dados? O suficiente para que apenas um supercomputador conseguisse lidar com tanto.

Benjamin Lanyon, cientista do Institute of Quantum Optics and Quantum Information da Academia Austríaca de Ciências, disse que “mostramos que em nosso experimento que nosso método funciona e que podemos virtualmente recriar e investigar muitos sistemas”. Ele também declarou, de acordo com o site Gizmodo, que “Quando quisermos estudar outro fenômeno, só precisamos reprogramar nosso simulador.”.

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