Ampliar (Fonte da imagem: Divulgação / Lucasfilm)

A influência de “Star Wars: Uma Nova Esperança” na cultura atual é indiscutível. O longa que iniciou uma das sagas mais famosas do cinema e deu origem a verdadeiros cultos de fãs, porém, não foi uma das produções mais caras de sua época. O longa custou meros US$ 11 milhões (cerca de R$ 19 milhões) em 1977, ano de seu lançamento. Em valores corrigidos para os atuais, esse custo seria de cerca de US$ 40 milhões, ou aproximadamente R$ 71 milhões.

É muito dinheiro, mas a quantia parece baixa se comparada com grandes blockbusters recentes. “Avatar”, de James Cameron, custou mais de R$ 500 milhões para ser produzido, enquanto “Capitão América: O Primeiro Vingador”, saiu por R$ 250 milhões.

Os custos baixos, mesmo para a época, podem ser explicados pela divisão de salários da maioria dos envolvidos na produção, que concordaram em receber pouco dinheiro com antecedência em troca de parcelas do faturamento de “Uma Nova Esperança”. O compositor John Williams, da icônica trilha sonora, ganhou apenas R$ 180 mil pela composição das faixas, enquanto Obi-Wan Kenobi, interpretado por Alec Guinness, levou R$ 1,7 milhão.

Esses números também fazem pensar no que George Lucas seria capaz de criar com o dinheiro e influência que possui nos dias de hoje. Com efeitos especiais de primeira linha, a primeira aparição de Darth Vader poderia se tornar mais épica do que já é. Ou não, diriam aqueles que odeiam a Nova Trilogia.

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