Um novo avanço da ciência promete ajudar bastante a polícia forense: pesquisadores conseguiram isolar o “cheiro da morte”! É isso mesmo! Esse estudo promete ser útil no treinamento de cães farejadores e até mesmo na criação de programas de computador capazes de detectar a presença do odor cadavérico em qualquer lugar.

Amostras de tecido e de órgãos foram coletadas em autópsias e colocadas em recipientes fechados. Periodicamente, o odor de cada frasco foi analisado para saber a diferença entre a deterioração de partes específicas do corpo. Para efeito de comparação, também foram analisados tecidos mortos de alguns animais, como tartarugas, coelhos, porcos e aves.

E o mais curioso: o que tem maior semelhança ao nosso odor após a morte é justamente o porco, que muitos já dizem ser fedido por natureza. Os cientistas chegaram a essa conclusão pela análise microbiológica dos agentes de deterioração das amostras coletadas de cada espécie.

Porém, a pesquisa ainda não está completa. Até agora, foram estudadas partes isoladas do corpo humano. Para chegar a um uso mais concreto do “cheiro da morte”, é preciso que se entenda como ele ocorre com o cadáver inteiro se decompondo. Além disso, também é preciso entender como o local em que se encontra o falecido influencia na velocidade da putrefação e na fabricação do cheiro – diferente dos frascos fechados usados em laboratório.

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Já imaginou um computador capaz de rastrear um cadáver pelo cheiro? Curioso, hein?

Via Mega Curioso.

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