(Fonte da imagem: Reprodução/IFL Science)

O satélite Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) foi lançado no inverno de 2009 pela NASA e desde então já registrou mais de 10 mil imagens em alta resolução do polo norte da Lua. Mesmo que não seja o primeiro momento que tal região lunar foi mapeada, foi somente com o LRO que imagens de alta resolução foram obtidas do local.

Em 2011, o satélite registrou imagens de áreas iguais da Lua com cada pixel representando aproximadamente 100 metros – com o novo registro de 681 gigapixels, esse número aumentou mais de 50 vezes em termos de resolução.

Cada pixel da imagem corresponde a aproximadamente dois metros da superfície do polo norte da Lua. Com os 681 bilhões de pixels, cobrir parte do mapa dos Estados Unidos (e de muitos países menores por completo), não é algo difícil. As imagens foram obtidas por um processo chamado Mosaico Collar, capturando imagens de latitudes iguais duas horas durante um mês. Desse modo, foi possível visualizar áreas da Lua que estavam antes escurecidas do outro lado, clareando e formando o grande registro no decorrer de muitos dias graças à rotação.

As informações obtidas com essas imagens de alta resolução ajudarão os cientistas da NASA no planejamento de futuras missões. Graças ao enorme registro, eles poderão calcular quais são as melhores regiões para prováveis pousos e estudos posteriores. Para se ter grandiosidade da imagem, se o mosaico fosse impresso ele ocuparia um campo inteiro de um estádio de futebol.

E fazer o download do mosaico por completo, mesmo no modelo comprimido JPEG, deve ocupar praticamente um terabyte de espaço no seu computador. Por isso, talvez seja melhor você se contentar com a versão online do mapa, que pode ser acessada aqui

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