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Ciência

Governo vai usar IA em hospitais do SUS para acelerar triagem e telemedicina

A ideia do governo é utilizar inteligência artificial e medicina de alta precisão para atender pacientes do SUS com mais velocidade.

Avatar do(a) autor(a): Redação TecMundo

schedule07/01/2026, às 15:27

O governo federal anunciou hoje (07) a primeira Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do Sistema Único de Saúde (SUS), com sede em São Paulo (SP). O anúncio foi realizada pelo presidente Lula, ex-presidente Dilma Roussef e Alexandre Padilha, ministro da Saúde.

A intenção do governo é utilizar inteligência artificial e medicina de alta precisão para atender pacientes do SUS com mais velocidade. O governo fala em acelerar o tempo de triagem de emergência em cinco vezes.

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, comentou: "Os hospitais inteligentes usam da mais alta tecnologia e inteligência artificial, usando uma rede que permite fazer procedimentos a distância e acelerar o diagnóstico".

Os hospitais ‘inteligentes’

Os hospitais ‘inteligentes’ do SUS terão:

  • IA para triagem rápida
  • Ambulâncias com 5G
  • Cirurgias robóticas
  • Medicina de precisão
  • Serviços digitais com monitoramento contínuo e integração
  • Tecnologia para prever agravamentos
  • Central nacional conectada para pesquisa e inovação

No começo, serão 14 UTIs (Unidade de Tratamento Intensivo) inteligentes espalhadas por 13 estados. Entre eles, o Hospital das Clínicas da USP (Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente) deve atender mais de 20 mil pacientes por ano, com 800 leitos voltados à emergência.

O projeto tem apoio dos países do Brics, que garantiu os recursos necessários no valor de R$ 1,7 bilhão. O Ministério da Saúde também anunciou um aporte para a compra de equipamentos e o custeio de unidades hospitalares do SUS no valor de R$ 1,1 bilhão.

As 14 UTIs estarão nos seguintes locais:

  • Manaus (AM)
  • Dourados (MS)
  • Belém (PA)
  • Teresina (PI)
  • Fortaleza (CE)
  • Recife (PE)
  • Salvador (BA)
  • Belo Horizonte (MG)
  • Rio de Janeiro (RJ)
  • São Paulo (SP)
  • Curitiba (PR)
  • Porto Alegre (RS)
  • Brasília (DF)

 

Perguntas Frequentes

O que é a Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS?
É uma iniciativa do governo federal que visa modernizar o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio do uso de inteligência artificial, medicina de precisão e tecnologias avançadas. A rede terá sede em São Paulo e contará com hospitais equipados para oferecer diagnósticos mais rápidos, procedimentos a distância e monitoramento contínuo dos pacientes.
Como a inteligência artificial será usada nos hospitais do SUS?
A inteligência artificial será aplicada principalmente na triagem de emergência, com o objetivo de acelerar esse processo em até cinco vezes. Além disso, será utilizada para prever agravamentos de saúde, integrar serviços digitais e apoiar diagnósticos mais rápidos e precisos.
Quais tecnologias estarão presentes nos hospitais inteligentes?
Os hospitais inteligentes contarão com IA para triagem rápida, ambulâncias com conexão 5G, cirurgias robóticas, medicina de precisão, serviços digitais com monitoramento contínuo, tecnologia para prever agravamentos e uma central nacional conectada para pesquisa e inovação.
Quantas UTIs inteligentes serão implantadas e onde?
Serão implantadas 14 UTIs inteligentes em 13 estados brasileiros. As cidades contempladas são: Manaus (AM), Dourados (MS), Belém (PA), Teresina (PI), Fortaleza (CE), Recife (PE), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF).
Qual é o papel do Hospital das Clínicas da USP no projeto?
O Hospital das Clínicas da USP, por meio do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente, será um dos principais centros da rede. Ele deve atender mais de 20 mil pacientes por ano e contará com 800 leitos voltados à emergência.
De onde vêm os recursos para financiar o projeto?
O projeto conta com apoio financeiro dos países do Brics, que garantiram R$ 1,7 bilhão. Além disso, o Ministério da Saúde anunciou um aporte adicional de R$ 1,1 bilhão para a compra de equipamentos e custeio das unidades hospitalares do SUS.
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