(Fonte da imagem: Reprodução/Ars Technica)

Manipular a luz em escala nanométrica tem sido uma das maiores preocupações dos pesquisadores de estudos ópticos. Quando a luz é espremida em volumes menores do que o seu comprimento de onda, o resultado é um aumento significativo na intensidade.

Contudo, uma nova descoberta dos pesquisadores pode ditar outros rumos nas pesquisas relacionadas à computação óptica. O experimento leva em consideração partículas de ouro e o arco-íris que se forma a partir da reflexão da luz sobre ela.

Uma das maneiras de gerar esses pontos intensos de luz é por meio da ressonância em superfícies de plasmon (excitação coletiva de elétrons em um sólido). Até então, os estudiosos achavam que essa era a melhor maneira de obter luz mais intensa. A nova descoberta mostra que essa intensidade pode ser ampliada.

Um estudo recente mostra que polaritons (junção de partículas de luz) de plasmons de superfície se movem em ondas que combinam o movimento de elétrons em um metal com o campo elétrico de uma onda de luz. No caso das ressonâncias, método que se conhecia até agora, o plasma não viajava para qualquer lugar.

O resultado de tudo isso é a possibilidade de transformar uma única nanopartícula, de acordo com a incidência de luz sobre ela, em um ponto mais brilhante do que o esperado, seja ele em azul, vermelho ou qualquer outra cor.

Por que a descoberta é importante? Os avanços da computação óptica requerem opções que permitam à luz se comportar de maneira não linear, algo que fica mais simples utilizando as pequenas partículas de ouro.

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