Se você conhece as teorias da evolução, deve algum dia ter se perguntado qual é o ritmo em que ela trabalha. Quantas gerações são necessárias para que um animal do tamanho de um rato consiga evoluir para um enorme e do tamanho de um elefante, por exemplo?

Pois segundo uma pesquisa publicada no PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences), reproduzida pelo Gizmodo, são nada mais, nada menos do que 24 milhões de gerações para que isso aconteça — um ritmo um tanto devagar de trabalho.

O estudo buscou entender como funcionam essas alterações e qual é o prazo necessário para que alguns animais mamíferos mudem de tamanho, crescendo ou diminuindo conforme se passam os anos.

Os cientistas analisaram 28 grupos diferentes de mamíferos e como eles “se comportaram” nos últimos 70 milhões de anos. Ao monitorar as alterações de tamanho encontradas durante o processo de evolução, eles conseguiram apontar descobertas importantes, como o fato de que mamíferos aquáticos cresceram de forma mais veloz pelo simples fato de que é mais fácil ser gigante dentro da água.

Em contrapartida, o estudo também diz que é mais fácil encolher à medida que se evolui, uma vez que animais menores têm mais mobilidade, comem menos e conseguem se reproduzir mais rápido. E se compararmos elefantes com ratos, parece que essa afirmativa se mostra mesmo verdadeira.

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