(Fonte da imagem: Reprodução/Science Daily)

Muitas pessoas não sabem, mas existe uma tecnologia de aferição temporal que vai muito além das engrenagens e circuitos. São os relógios atômicos, que utilizam oscilações de átomos para notar que o tempo está passando. Com elementos como hidrogênio e césio, estas máquinas são consideradas as mais precisas do mundo, mas a história está prestes a mudar.

Físicos da Universidade de Colorado estão pesquisando novas formas de medir o tempo, e seus estudos já geram resultados promissores. Os novos relógios - ainda que sejam atômicos - são considerados como nucleares e, em vez de utilizarem as oscilações dos átomos, utilizam a colisão entre eles para medir o tempo (a cada determinado número de colisões, o sistema interpreta a passagem de um segundo).

Segundo estudos divulgados no Science Daily, esse avanço pode garantir precisão até 60 vezes maior do que a oferecida pelos atuais relógios atômicos. Isso significa que, pelos cálculos dos responsáveis pelo projeto, apenas a cada 300 anos deve ser percebida a oscilação de um segundo.

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