O zika vírus, transmitido, assim como a dengue, pelo mosquito Aedes aegypti, já é um problema real no Brasil. Você já imaginou se cada brasileiro tivesse uma arma capaz de mandar o bicho para longe e evitar a contaminação? Essa situação seria surreal se todos os celulares fossem como um bizarro lançamento da Pantech.

A fabricante lançou em 2006 um dispositivo que, além de efetuar e receber chamadas e mensagens, possuía um repelente de mosquitos embutido. O aparelho se chamava SK SKY IM-U100 e tinha especificações técnicas que hoje são ridicularmente baixas: tela TFT de 2,6", uma só câmera de 2 MP na traseira e bateria de 800 mAh — que durava dias, é verdade.

O acesso à internet? Só via WAP. Ele também acompanhava um teclado expansível e era bastante caro: na época, custava US$ 550 no lançamento. É claro que há itens como a inflação no meio, mas hoje esse é o preço cobrado por um top de linha lá fora.

O tal repelente era ativado a partir de ruídos ultrassônicos liberados pelo alto-falante do smartphone. Os relatos são controversos: há quem diga que eles eram inaudíveis para seres humanos, mas outra fonte cita que os barulhos realmente incomodavam tanto insetos quanto gente.

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