Muitas fabricantes chinesas de smartphones estão apimentando o jogo do mercado mobile atual. As grandes, como a Xiaomi, já estão se tornando uma verdadeira pedra no sapato das marcas mais tradicionais, mas outras empresas menores como a Leagoo, completamente desconhecida no ocidente, precisam chamar a atenção pelo preço de seus aparelhos. No caso do Lead 7, a marca faz muito mais do que isso.

Em vez de apenas oferecer um aparelho bem barato, a marca traz um dispositivo com especificações de um intermediário bem interessantes e ainda coloca uma bateria monstruosa para manter o aparelho funcionando por dias. Mas será que ele tem qualidade? Na verdade, não podemos afirmar nada quanto assim, mas que o custo benefício chama atenção, não dá para negar.

No GearBest e no AliExpress, por exemplo, ele sai por US$ 125,99, o que equivale a R$ 333 na cotação de hoje. Os sites entregam para o mundo todo, inclusive para o Brasil. Fora isso, curiosamente, o Android KitKat do aparelho tem interface em português brasileiro e o carregador pode ser adquirido no padrão nacional de tomadas. As bandas 3G também são compatíveis com algumas operadoras brasileiras. Ou seja, não haverá incômodos nesses quesitos.

Especificações

  • Processador: quad-core 1,3 GHz (seria um MediaTek MT6582?)
  • RAM: 1GB
  • Armazenamento: 8 GB + expansão com cartões micro SD
  • Tela: 5’’ IPS LCD fabricada pela JDI (Sony, Toshiba e Hitachi) HD 720p com 294 ppi
  • Câmera traseira: 13 MP Sony IMX214 com abertura f/2.2
  • Câmera frontal: 8 MP
  • SO: Android KitKat 4.4
  • Bateria: 4.500 mAh
  • Dimensões e peso: 144 x 71.6 x 8.9 mm e 160 g

Definitivamente, não estamos falando do melhor smartphone do mundo, mas certamente ele tem um ótimo custo-benefício. Para título de comparação, a Microsoft deve começar a vender uma nova leva de aparelhos com Windows Phone com especificações bem mais básicas e com preço semelhante ao do Lead 7.

Será?

E a pegadinha nisso tudo? Onde está? Na verdade, a pegadinha seria o fato de a marca ser desconhecida, e a qualidade do aparelho não pode ser comprovada. Fora isso, para trazer uma belezinha dessas para o Brasil, você provavelmente teria pagar taxas alfandegárias que, para esse tipo de produto, gira em torno de 60% do valor.

Ou seja, os R$ 333 pulariam para mais ou menos R$ 530. Aí a relação custo-benefício já começa a ser desafiada. Mas essa bateria de 4.500 mAh não ainda assim não tem rival entre os intermediários do mercado atual.

E aí? Será que alguém já viu um desses pelas ruas? Será que vale a pena mesmo? Se você sabe de outros smartphones desconhecidos “barateza” que possuam especificações decentes como o Lead 7, não deixe de compartilhar com os demais leitores nos comentários.

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