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O Brasil conta, atualmente, com 259,29 milhões de linhas de telefonia móvel ativas. Além disso, conforme destacou o site TechGuru, aproximadamente 436 mil novas habilitações são feitas mensalmente. Embora as sugestões mais óbvias se relacionem à popularização de uma tecnologia, é impossível não confrontar os números com uma análise qualitativa do atual cenário da telefonia tupiniquim.

De fato, de acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), entre os quase 260 milhões de linhas, 209,88 milhões utilizam o modelo pré-pago — representando uma parcela de 80,94% —, enquanto 19,05% funcionam em planos pós-pagos. Em relação às participações no mercado, a Vivo se mantém atualmente na liderança — embora seguida de perto pela TIM.

Entretanto, o número impressionante de novas ativações por mês acaba por refletir uma necessidade cada vez mais constante: a de manter celulares com vários chips — de forma que cada um possa atender a uma necessidade distinta.

Como resultado, esgotam-se os números em um horizonte superlotado de linhas parcialmente inúteis — boa parte delas mantidas por preços não necessariamente justos. Resta saber quanto os saltos quantitativos da telefonia móvel brasileira serão acompanhados também por avanços qualitativos.

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