A National Highway Transportation Safety Administration, agência que cuida de tudo o que é relacionado à segurança de automóveis nos Estados Unidos, pode estar repensando o seu método de avaliação na hora de atribuir scores para os carros testados.

Segundo o site The Verge, a agência está considerando a realização de provas mais rigorosas e fazer com que sistemas eletrônicos preventivos, como freios automáticos, por exemplo, façam parte das tabelas de avaliação dos veículos.

Em um par de anos, os velhos testes de colisão só comporão uma parte do método que atribui notas aos carros, já que novas tecnologias têm se mostrado capasses de reduzir drasticamente a incidência de colisões. E, afinal, é sempre mais interessante evitar que as batidas ocorram em primeiro lugar.

Além de verificar técnicas preventivas, a NHTSA incorporará em seus testes uma colisão frontal oblíqua, bonecos mais realistas, simulações de atropelamentos de pedestres e análises mais avançadas dos passageiros do banco de trás.

Algumas soluções tecnológicas já podem ser encontradas em determinados carros (geralmente de luxo), como avisos de colisão frontal iminente, sistema de frenagem automática, mecanismo que aciona a luz alta, aviso automático de mudança de faixa (seta) e detector de ponto cego nos espelhos.

Os veículos estão ficando cada vez mais inteligentes, e é possível que, em um futuro próximo, boa parte dos acidentes que hoje em dia ocorrem por falhas humanas possam ser eliminados ou pelo menos drasticamente reduzidos. O novo rating americano deve começar a valer a partir de 2019.

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