(Fonte da imagem: Reprodução/MIT)

O MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, na sigla em inglês) acredita que pode melhorar aquelas suas fotos amadoras tiradas com o celular. A maior parte das fotografias tiradas com tablets/smartphones depende de doses consideráveis de pós-processamento — tratamento posterior ao registro propriamente dito —, o que depende de um software passível de melhorias, ao que parece.

É aí que entra o novo chip em desenvolvimento por estudiosos do referido centro, cuja produção, espera-se, pode tornar o software responsável pelo tratamento de imagens não apenas mais rápido e mais esperto, mas também mais fácil de se lidar.

HDR mais veloz e uma esperança para o flash

Uma das melhorias propostas pelo MIT tem ligação com as imagens registradas em HDR (High Dynamic Range). Tratam-se de vários registros consecutivos, cuja “média” deve formar a imagem final — esta representando, supostamente, a melhor exposição obtida.

O problema é que esse sistema normalmente demora algum tempo para gerar uma fotografia pronta. Só que isso não deve ocorrer com o novo chip — que deve fornecer uma boa HDR em algumas centenas de milissegundos.

(Fonte da imagem: Reprodução/Flickr (Dave Dehedre))

Outro aperfeiçoamento em desenvolvimento tem por objetivo o famigerado flash — espécie de contrassenso entre grande parte dos fotógrafos profissionais. Em vez de simplesmente tratar uma imagem obtida com flash, o chip fará com que o smartphone registre também (quase simultaneamente) uma imagem sem a iluminação artificial. Ao final, a fotografia final deve surgir de uma combinação dos dois registros.

Por fim, a tecnologia também deve oferecer um novo tratamento para granulações típicas de ISOs muito altos — utilizados em cenários com pouca luminosidade ou para captura de movimentos rápidos.

“Quando isso vai aparecer no meu celular?”

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Embora nada tenha sido divulgado até o momento sobre propostas comerciais envolvendo o novo chip do MIT, fato é que o projeto é atualmente desenvolvido com financiamento da gigante Foxconn. Também a Microsoft Research tem se mostrado interessada — o que faz supor que a tecnologia pode aparecer em celulares e gadgets afins em pouco tempo.

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