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Brasileiro é mercenário e nada leal com operadora de celular, diz pesquisa

De acordo com estudo da GfK, 52% dos entrevistados trocariam de serviço, enquanto 5% permaneceriam com a mesma empresa

Avatar do(a) autor(a): Nilton Cesar Monastier Kleina

schedule29/08/2015, às 06:53

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Você costuma trocar de operadora de telefonia celular com frequência? Se sim, basta qualquer alteração no pacote que você assina? Ou permanece com a mesma durante anos, independente das adversidades?

Esse tipo de pergunta fez parte do último estudo realizado pela empresa de consultoria GfK na América Latina. A pesquisa constatou que o brasileiro é considerado "mercenário", ou seja, tende a trocar de operadora quando fica sabendo da existência ou recebe qualquer oferta de uma empresa melhor.

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O estudo concluiu que 52% da população entra no perfil "mercenário", ou seja, que mudaria de operadora em todos os cenários apresentado pelo questionário. O número de "leais" (que não trocariam por nada) é bastante baixo: somente 5%.

Entendendo os apelidos

Antes que você saia xingando a GfK por ser chamado de "mercenário", é preciso entender o que esse termo significa para a empresa: o brasileiro topava mudar se o pacote oferecido fosse de mesma velocidade que o atual, porém sob um preço menor — junto com descontos atrativos na aquisição de dispositivos de geração mais avançada.

Ou seja, o leal seria o sujeito que recusasse até mesmo essas ofertas tentadoras. Segundo a pesquisa, entretanto, somente 19% dos entrevistados brasileiros mudaram de operadora nos últimos 12 meses.

Foram entrevistados também voluntários de Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. A maior taxa de mercenários foi no Peru (59%) e a menos na Argentina (35%). Já os leais são os chilenos (16%), enquanto a menor taxa de lealdade foi encontrada no México (3%). Além disso, 20% dos colombianos alegam terem trocado de operadora no último ano.

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