(Fonte da imagem: Reprodução/Alumni)

Por enquanto, o Brasil ainda não é uma potência dentro do segmento de viagens espaciais ou no lançamento de satélites — por mais que o governo federal esteja investindo para que isso aconteça. A novidade é que uma parceira com a agência espacial dos EUA (a NASA) pode fazer com que novos profissionais surjam para atender a essa demanda.

De acordo com o que foi divulgado, a NASA pretende estabelecer uma parceira entre estudantes brasileiros e os da Califórnia, de forma que eles tenham como produzir satélites em conjunto. Por enquanto, a agência permite que os colégios observem os aparelhos que estão em órbita através de computadores.

Instituições de ensino brasileiras já contam com iniciativas próprias, como o lançamento de mini satélites que são capazes de realizar voos dentro da atmosfera terrestre e a criação de equipamentos próprios com o Arduino. Com isso, os alunos conseguem registrar imagens de toda a superfície e estudar mais do que somente uma ou duas disciplina, por exemplo.

As possibilidades podem ser grandes

Um dos satélites que já são observados pelos brasileiros é o ArduSat, que tem trinta sensores diferentes, foi lançado no último dia quatro e produzido pela empresa norte-americana NanoSatisfi. É exatamente esta companhia que está desenvolvendo a tecnologia que vai permitir que satélites sejam locados por escolas e controlados remotamente.

Dessa maneira, há a possibilidade de coletar diversos tipos de informações, como dados sobre radiação, campos magnéticos e frequências de luz. O pessoal da NanoSatisfi pretende fazer com que o ArduSat seja explorado por estudante e professores em todo mundo, alcançando cerca de 500 mil alunos em até cinco anos.

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