(Fonte da imagem: Reprodução/Ceviu)

Made in Brasil, com “s”. É isso que queremos ver. O mercado nacional está sendo cada vez mais fomentado pelos ardorosos gamers – ou simplesmente fãs de entretenimento eletrônico que buscam relaxar em casa após o fim do expediente. Mas os que têm mais ambição de ver um país sólido nos games precisa ter uma visão holística (isto é, por todos os ângulos) do mercado. Se por um lado existe um aumento do interesse de empresas estrangeiras que fabricam consoles e títulos localmente (vide Sony e Microsoft fabricando consoles e third-parties prensando mídias por aqui), por outro existe o desenvolvimento dos jogos em terras tupiniquins que ainda caminha em descompasso.

A Abragames (Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais) e a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) acabaram de criar o programa BGD, sigla para Brazilian Game Developers, visando justamente promover, em escala internacional, os games criados em estúdios brasileiros. O programa prevê o fechamento de negócios para a exportação de títulos, a proximidade entre negociações estrangeiras e nacionais e a capacitação das empresas envolvidas para o mercado global.

O programa já conta com nove associados que desenvolvem jogos no Brasil: MTI Studio, Playerum, Daccord, Hoplon, Redalgo, 3D Voyage, Arena 46, Luckee e Interama.

Tudo funcionaria mais ou menos da seguinte forma: os afiliados ao BGD levam seus jogos a serem exportados nas reuniões empresariais e terão, num primeiro momento, cinco minutos para apresentá-los aos executivos. Numa etapa posterior, a conversa pode tomar proporções concretas para rolar um fechamento de negócio. Ao site G1, Ale McHaddo, presidente da Abragames, disse que “isso [a reunião] é muito comum no audiovisual, mas com games os negócios são fechados mais rapidamente”.

O programa BGD deve ser anunciado em caráter oficial em algum momento da próxima semana.

Via BJ

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