(Fonte da imagem: The Thelegraph)

Uma equipe de pesquisadores britânicos resolveu comparar a sensação de coçar diferentes áreas da pele e para isso selecionou alguns voluntários para ficar se coçando. O estudo foi publicado pela British Journal of Dermatology e publicado na versão online do jornal britânico The Telegraph.

Os selecionados — do sexo masculino e feminino e com idades entre 22 e 59 anos — foram “arranhados” com uma planta chamada Feijão-da-flórida, que possui minúsculos pelos que irritam a pele. A planta foi passada em três regiões diferentes do corpo: tornozelo, antebraço e costas.

Os participantes do estudo enfrentaram uma verdadeira tortura, pois não puderam se coçar por cinco longos minutos, enquanto eram questionados sobre a sensação da coceira que sentiam em cada um dos pontos do corpo.

Em seguida, os pesquisadores coçaram cada uma das localidades com uma escova própria para o estudo, de forma a assegurar uma técnica consistente. Então, os voluntários foram novamente questionados, agora sobre a sensação de prazer.

Os resultados mostraram que a coceira foi sentida com uma intensidade maior no tornozelo. A região também foi apontada pelos voluntários como o local em que o prazer de coçar foi sentido com maior intensidade e que durou mais tempo.

Não há uma explicação clara para o fenômeno, mas uma teoria é que o tornozelo evoluiu mais propenso à coceira porque é mais susceptível de entrar em contato com insetos e germes, o que pode ser removido através do ato de coçar.

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