(Fonte da imagem: Amazon)

O naturalista John Hutto decidiu estudar os perus de uma maneira bastante radical. Durante um ano, ele se isolou do mundo e passou a viver apenas com um grupo de aves em uma propriedade rural da Flórida, nos Estados Unidos.

Hutto se tornou uma espécie de mãe para os perus, aprendendo inclusive termos de sua linguagem. “Pesquisadores já conseguiram identificar cerca de 25 a 30 tipos de chamados com os quais os perus estão familiarizados”, explica. “Entretanto, eu aprendi que o vocabulário deles é muito mais complexo e que um mesmo som, mas com inflexões diferentes, pode ter vários significados”, completa.

Apesar de muitos considerarem os perus como aves não tão inteligentes, Hutto discorda e atribui a pouca evolução delas a uma consequência da domesticação. “Perus eram naturalmente mais selvagens e, quando passaram a conviver com os humanos, aos poucos perderam a sua essência e ficaram deslocados”, afirma.

O resultado da sua experiência pode ser conferido no documentário “My Life as a Turkey”, lançado em DVD nos Estados Unidos.

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