(Fonte da imagem: Caramujo Louco)

Não se ofenda caso algum amigo seu estiver bocejando no meio de uma história interessante que você está contando. Pesquisadores acreditam que o bocejo contagioso – bocejar depois que alguém o faz – é um sinal de interesse nos pensamentos e sentimentos da pessoa que bocejou primeiro.

Essa é a teoria de cientistas italianos, que observaram mais de 100 homens e mulheres de quatro continentes quando iam para o trabalho, comiam em restaurantes ou sentavam-se em salas de espera.

No instante que um dos voluntários bocejava, os pesquisadores observaram se alguém dentro de um raio de três metros “pegava” o bocejo, ou seja, bocejava também, nos três minutos seguintes. Os resultados mostram que a raça e o sexo não tiveram efeito sobre o desejo incontrolável de bocejar. Mas o fato de pessoas se conhecerem tiveram interferência nos bocejos.

Zeca Camargo demonstrando toda sua empatia pelos telespectadores.

Um bocejo recíproco é mais provável de acontecer entre membros de uma família, amigos e conhecidos. O fenômeno foi menos comum em estranhos. Para a universidade de Pisa, o bocejo contagioso é impulsionado pela forma como estamos emocionalmente próximos de alguém e a empatia que temos com essa pessoa.

Segundo o Daily Mail, começamos a “pegar” bocejos aos quatro anos de idade, em um período que desenvolvemos a capacidade de identificar emoções de outras pessoas de forma adequada. Estudos mostram que aqueles mais suscetíveis a bocejos contagiosos conseguem decifrar melhor o que os outros estão pensando, analisando seus rostos.

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