(Fonte da imagem: Reprodução/Inhabitat)

Há quem imagine que o futuro das indústrias e fábricas em geral seja utilizar forças cada vez maiores para atingir os seus objetivos — como pequenas reações atômicas, por exemplo. No entanto, de acordo com alguns estudiosos, é bem possível que as bactérias façam parte de uma espécie de revolução biológica.

Como explica o professor da Universidade de Columbia, David Benjamin, há diversos projetos que trabalhar com a manipulação de diferentes células e bactérias com o objetivo de construir produtos em geral — inclusive o dele, que se chama The Living Thing. Dessa maneira, há grandes chances de que a indústria do futuro trabalhe com “seres vivos” no seu meio de produção.

Mais perto do que parece...

(Fonte da imagem: Reprodução/Inhabitat)

De acordo com o que foi dito por Benjamin, a situação é relativamente simples de ser explicada: os cientistas desenvolvem parâmetros, que são passados para os computadores. Por sua vez, as máquinas têm o papel de guiar o crescimento e atividade de células e micro-organismos, sendo que já é possível criar uma espécie de folha de células, como você pode conferir acima.

Levando em consideração a maneira como a ciência tem evoluído nos últimos tempos, o professor acredita que esse tipo de técnica pode chegar efetivamente às fábricas em até 10 anos. Enquanto isso, ele e seus parceiros estão trabalhando com células de xilema para criar tubos para o transporte de água.

Efeito “bônus”

Além de tudo isso, quando o trabalho com micro-organismos chegar de fato à indústria, o que é conhecido como “economia da glicose” talvez possa se tornar realidade. Como o termo já deixa indicado, toda a sociedade poderia abrir mão da sua dependência do petróleo como fonte de energia e focar seus esforços na glicose — o que geraria diversos benefícios, como uma menor agressão ao meio ambiente.

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