Com o aumento de pagamentos e transações bancárias via dispositivos móveis, a tendência é de que as confirmações biométricas via impressões digitais também devam crescer bastante nesta temporada. Na Tailândia, isso já vem acontecendo: em breve, quem comprar um smartphone terá que registrar seus traços junto à base nacional de dados, que fará a checagem rastreando a mesma identificação no cartão SIM e no aparelho.

A iniciativa é da Comissão Nacional de Transmissões e Telecomunicações (National Broadcasting and Telecommunications Comission - NBTC) da Tailândia , que assinalou aumento de casos de fraude em apps mobile de instituições financeiras nos últimos meses. Os golpes vêm ficando cada vez mais sofisticados e por isso o governo, as operadoras e desenvolvedores devem se unir para criar uma identidade digital que ofereça mais segurança — novos apps para essa função devem ser lançados em breve.

Expectativa dos especialistas é de que outros mercados sigam o modelo de atrelar o usuário a uma identidade digital única na base nacional de dados

Paralelamente, a companhia sueca Precise Biometrics revelou que negociou neste início de 2017 a licença e distribuição de um software para algoritmo de avaliação sobre a matriz física de usuários de celulares e tablets. O período de contrato é de dois anos e para um cliente não revelado.

Ou seja, essa tendência comprova a crescente onda de negócios bancários e não se assuste se em breve todas as suas informações forem integradas ao chip do aparelho e as confirmações por meio de suas digitais crescerem nos próximos meses.

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