Os químicos da Marinha americana anunciaram que estão desenvolvendo um novo tipo de bateria que pode ser o futuro da tecnologia. Apesar de parecer irônico por conta dos recentes incidentes nos quais alguns vaporizadores explodiram dentro de embarcações (provavelmente devido à má utilização e procedência ruim, como já explicamos nesse artigo) e a Marinha os proibiu, esse não é o motivo.

Aparentemenet, por conta de um submarino experimental da SEALs de 2008 que teve problemas com baterias de íon-lítio, a equipe pensa em uma nova forma de fornecer energia sem depender de um material inflamável. Apesar de ser raro, quando um dispositivo esquenta demais, o líquido responsável pela química da bateria pode pegar fogo, como ocorreu nos casos do Galaxy Note 7.

Marinha americana pode contribuir muito para os eletrônicos

A bateria nova usará um componente eletrólito baseado em água e zinco. Apesar de o zinco ser um elemento que não coopera com a recarga (ele gera detritos nas reações), os cientistas descobriram uma maneira de evitar isso. O Departamento de Defesa aprovou a ideia e, em algum momento, ouviremos falar mais dessa nova tecnologia, que pode ser usada em tudo, desde carros até submarinos.

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