Metas de julho para banda larga não são alcançadas por Vivo, Oi e TIM

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Segundo a agência de notícias Reuters Brasil, a Anatel divulgou nesta sexta-feira os resultados das medições de banda larga no país referente ao mês de julho.

De acordo com o relatório, que avaliou os serviços de banda larga fixa e móvel prestados por diversas operadoras nos estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Paraná (com a adição do Rio Grande do Norte na ligação de alta velocidade fixa), as empresas TIM e Vivo não alcançaram as metas estabelecidas pelo órgão regulador para as conexões feitas a partir da rede de dados móveis.

A Oi foi a única prestadora que ficou aquém em ambas as categorias avaliadas. No Rio de Janeiro, o principal mercado da empresa, o índice de perda de dados foi de 77,72%. Essa taxa foi ainda maior no Paraná, atingindo 83,64%. No quesito latência (espaço de tempo necessário para a transmissão de pacotes de dados), a companhia obteve a marca de 14,02% — também abaixo da meta exigida — no Rio Grande do Norte.

Os 95% de taxa de transmissão instantânea que deveriam ser entregues não foram atingidos pela Vivo em São Paulo (93,55%) e no Rio de Janeiro (91,09%). Por sua vez, a TIM não alcançou esse patamar no estado de São Paulo, marcando 89,51%.

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Quanto procuradas para falarem sobre os resultados apresentados pela Agência Nacional de Telecomunicações, as companhias seguiram a mesma linha de resposta. A Oi garante que os problemas identificados são pontuais e que "já foram mapeados e estão sendo cuidadosamente analisados e tratados pela companhia".

A TIM informou que ainda está analisando o relatório oficial no tocante à banda larga móvel, mas que "está investindo constantemente com foco na ampliação e otimização da sua rede". Por fim, a Vivo alegou que "problemas sistêmicos limitaram o número de medições, o que reduziu a validade estatística dos dados coletados" e as medidas cabíveis já foram tomadas.

A Anatel explicitou que, apesar dessas falhas, todas as operadoras superaram a meta de 60% no quesito taxa de transmissão média. O órgão ainda complementou que as empresas que não bateram as metas sofrerão sanções administrativas, as quais podem resultar em advertências ou multas.

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