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Até 2014, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) deve ampliar sua rede de 11 mil para 30 mil quilômetros. A informação partiu do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que declarou na última terça-feira (3 de abril) que a renúncia fiscal do programa será de R$ 461,5 milhões em 2012 e R$ 970 milhões em 2013, totalizando R$ 1,432 bilhão.

Segundo o ministro afirmou à Agência Estado, o programa Um Computador por Aluno também vai sofrer novos incentivos, tendo sua duração prorrogada para 2015. Além disso, a aquisição de matérias primas para fabricantes de computadores portáteis passa a ser isenta da cobrança do IPI, PIS, COFINS e Cide.

Mantega também anunciou a desoneração de IPI, PIS e COFINS para a aquisição no mercado interno e importações de insumos e bens da indústria de semicondutores. Na prática, tais ações devem aquecer ainda mais a venda de computadores pessoais no mercado brasileiro, especialmente a de aparelhos como notebooks e tablets.

Incentivos à banda larga

Segundo o ministro, serão antecipados aproximadamente R$ 18 bilhões em investimentos para empresas de telecomunicações, que deverão ser aplicados até 2016. O objetivo é aumentar a competitividade das empresas nacionais, ampliando a infraestrutura da internet disponível no Brasil — entre os pontos de destaque do plano, está a difusão da tecnologia 4G pelo país.

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“A ideia é antecipar investimentos para aumentar a velocidade de crescimento da infraestrutura de banda larga visando a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016”, declarou ao G1 o diretor do Departamento de Indústria, Ciência e Tecnologia do ministério da Fazenda, José Gontijo.

Para se beneficiar dos investimentos, as empresas interessadas vão ter que submeter seus projetos para uma análise do ministério até junho de 2013. A expectativa é que todas as ações incluídas no cronograma sejam finalizadas até 2016.

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