Em agosto de 2014, a Airbus trouxe o A350 XWB, seu novo modelo avião comercial, para uma apresentação no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e o TecMundo foi até lá para conhecer a grande máquina – confira nossas impressões clicando aqui. Agora, a empresa francesa voltou a trazer a aeronave avançada para o Brasil e, aproveitando a deixa, a companhia aérea TAM revelou detalhes sobre a implantação da novidade em suas rotas no país.

Com um investimento de US$ 7 bilhões, a TAM adquiriu um total de 27 unidades do A350 XWB e a primeira delas deve chegar ao território tupiniquim já em dezembro deste ano. O plano da empresa é que o novo avião seja implantado na rota entre São Paulo e Manaus no período entre janeiro e março de 2016, o que permitiria que as equipes operacionais se habituem com a operação da aeronave.

Passados esses dois meses iniciais, o primeiro A350 XWB da TAM passará a viajar entre a capital paulista e Miami, nos EUA. A companhia ressalta que o segundo modelo do avião tem chegada marcada para o primeiro semestre de 2016 e será implantado na rota entre São Paulo e Madri, na Espanha. As 25 unidades restantes têm previsão de chegada até meados de 2019 e gradualmente substituirão a frota de Airbus 330 e Boeings 777 da empresa.

Benefícios da renovação

A TAM será a primeira companhia das Américas e a quarta do mundo a receber a colocar a aeronave em uso, processo para o qual está se preparando desde 2012. “Todas as áreas da empresa que serão responsáveis pela operação do A350 XWB – incluindo as tripulações técnica e comercial e equipes de aeroportos, operacionais e administrativas – estão passando por treinamentos para receber o novo equipamento”, afirma o executivo José Zaidan Maluf.

Segundo a companhia, a chegada da novidade vem para reforçar seu compromisso constante em manter sua frota renovada e moderna, com aviões mais eficientes e de menor impacto ambiental. De acordo com a Airbus, o A350 XWB proporciona aos usuários uma experiência de voo mais confortável e silenciosa ao mesmo tempo em que garante custos operacionais 25% menores, geração de 25% menos gases do efeito estufa e resistência a corrosão e fadiga.