(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo)

Uma das principais aeronaves da Boeing, o modelo 787, apresentou diversos problemas ao redor do globo, sendo impedida de voar pela empresa até que vistorias pudessem identificar o que estava acontecendo. Agora, especialistas indicam que a inspeção dos aviões pode demorar várias semanas, talvez até anos.

O Secretário do Departamento de Transportes dos Estados Unidos, Ray LaHood, disse ao site Bloomberg que não existe pressa para colocar o 787 nos céus novamente, e que a Junta Nacional de Segurança no Transporte reiterou que não existe um prazo para a inspeção.  O antigo diretor do Departamento de Segurança na Aviação, Tom Haueter, disse que a investigação pode durar anos, graças às provas danificadas por incêndios.

Muita investigação que pode acabar sem um resultado

Segundo o professor de aeronáutica do MIT, John Hansman, existe a possibilidade da inspeção não encontrar nada, o que seria a pior coisa que poderia acontecer. Ele diz isso devido ao fato de que, não existindo um problema aparente, seria necessário corrigir tudo o que poderia ser o causador dos defeitos. Isso demandaria muito tempo e dinheiro da Boeing.

Segundo Ray LaHood, a investigação vai além do problema com as baterias, passando por toda a aeronave, para não passar nada despercebido.