Local em que as mais veladas das confissões se transformam no mais fervoroso dos alarmes. Abrigo que oferece proteção aos desconexos andarilhos e, por fim, plataforma que concentra pessoas em função das tão diversas categorias.

E o espaço aqui em xeque não se trata de um púlpito político ou de um centro dedicado a eventos religiosos. Fato é que o Facebook pode ter servido como catalisador a um dos fenômenos mais comuns das sociedades humanas: nossa “necessidade de pertencimento” parece nunca ter sido tão grande.

Esta é uma das reflexões que pode ser feita sobre o trabalho do artista polonês Pawel Kuczynski. O desenhista usa o logotipo da rede social (“f”) como elemento central em suas obras e, assim, critica as dimensões que são afetadas pelo Facebook. Confira algumas das abordagens feitas por Kuczynski sobre o conectado cotidiano dos internautas junto à galeria postada acima.

O sensível e ardiloso artista polonês não se limita a pincelar seu ardente olhar apenas sobre o perfil das relações que se estabelecem via Facebook. Na página de Pawel Kuczynski – que pode ser, inclusive, visitada através do próprio serviço criado por Zuckerberg –, diversos outros temas são abordados: a venda e consumo de sonhos, o consumismo em si, a necessidade por submissão a preceitos sociais e tantos outros temas figuram as telas do artista (veja mais aqui).

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