A arte moderna, em alguns momentos, pode ser vista como algo controverso. O Prêmio Turner não ajuda muito a quebrar o estigma, uma vez que já contou com exibições, no mínimo, de gosto meio duvidoso. Foi o caso da peça "Minha Cama", de Tracey Emin – que consistia, bem, em uma cama desarrumada – e também a complexa "A Impossibilidade da Vida na Mente de Alguém que Vive", de Damien Hirst, que era um imenso aquário cheio de formol com um tubarão-tigre morto lá dentro.

Agora, com o advento de novas tecnologias, como impressão 3D e similares, os artistas estão começando a expandir seus horizontes para ganhar a premiação. A prova disso é uma das peças que fazem parte da exibição "Lichen! Libdo! Chastity!", de Anthea Hamilton, que conta com uma gigantesca bunda de 5 metros de altura que foi feita com base no escaneamento 3D do traseiro de um artista gráfico que não teve o nome revelado.

Sim. É uma bunda. Enorme. Gigantesca, na verdade. E provavelmente vai vencer o Prêmio Turner 2016.

Exibida originalmente em Nova York, no ano passado, a imensa retaguarda sendo aberta com as mãos foi inspirada, segundo Hamilton, por um plano do designer Gaetano Pesce em 1970, que queria fazer com que uma peça muito parecida fosse usada como "portal" para a entrada de sua exibição em Manhattan. Infelizmente (ou não), isso nunca aconteceu.

Anthea Hamilton, artista de Nova York que está concorrendo ao Prêmio Turner

Por incrível que pareça, o controverso traseiro é um forte candidato ao Prêmio Turner deste ano – mas, mesmo que não leve, ele já se tornou um dos principais fundos de selfies das exibições de arte moderna por aí.

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