(Fonte da imagem: Reprodução/Softicons)

Você já usou ou viu alguma máquina de escrever? O funcionamento é simples: a tecla pressionada deixa uma “impressão” no papel, marcando seu respectivo símbolo e reforçando o que está escrito. Apesar de ser um método antigo e de um equipamento considerado jurássico nos dias de hoje, esse tipo de armazenamento de informação pode voltar em uma tecnologia bem atual.

Cientistas da University of Nebraska-Lincoln estão estudando um método de armazenamento de dados utilizando o mesmo princípio de força mecânica da máquina de escrever, com uma agulha de cerca de 10 nanômetros. Essa agulha pressiona e “imprime” uma marca que corresponde à informação em um material, tudo sem danificá-lo. Com essa técnica, seria possível ainda mudar propriedades de substâncias ferroelétricas, muito utilizadas em equipamentos de memória.

Segundo o TheVerge, os responsáveis pela pesquisa afirmam que o método é muito mais eficiente do que o convencional (via cargas elétricas), já que os dados são gravados mais intensamente. Para entrar no mercado, entretanto, a nova técnica precisa passar por muitos outros testes na área acadêmica.

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