Você provavelmente está acostumado a ver armas de raio em jogos, como Call of Duty, ou em filmes, como “Star Wars” e “Star Trek”. Limitadas à ficção, elas dispensam o uso de projéteis para usar raios no lugar — e também são mais precisas e têm maior dano.

Porém, de acordo com relato do Defense One, o exército norte-americano está testando armas "elétricas" para uso contra eletrônicos durante confrontos. A publicação ainda comenta que elas não parecem como "algo visto antes, com aquela aparência de desenho animado". A "raygun" seria acoplada a um rifle M4, como uma baioneta.

Batizado de "Burke's Pulsar", o dispositivo utiliza pequenas antenas e a energia da explosão que é convertida em energia elétrica. O nome desse efeito é piezoelétrico. Assim que a eletricidade é formada, ela é enviada pelo "cano" e então espalhada pela frente do atirador. A distância e o poder de fogo do gadget ainda são confidenciais, segundo o exército.

De acordo com o Defense, uma arma desse calibre, sem disparar projéteis, serve para impedir que veículos avancem, desabilitar bombas e até celulares. A Burke's Pulsar deve custar em torno de US$ 1 mil (R$ 2,9 mil) por unidade para o exército.

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