(Fonte da imagem: Divulgação/ARM)
Na computação, a chamada “Lei de Moore” dita que o período necessário para dobrar o número de transistores em um mesmo chip, sem maiores custos adicionais, é de 18 meses.  A teoria, bastante famosa dentro do meio, contudo, foi questionada pelo CEO da ARM, Warren East.

Segundo o executivo, tanto para um smartphones como para um servidor de dados, o que realmente importa em um chip é a sua eficiência. Para ele, trabalhar em processadores mais complexos e que gastam mais energia para obedecer a Lei de Moore apenas limita o número de chips que podem ser inseridos em um determinado espaço.

O executivo ainda explica que, no caso de dispositivos móveis a eficiência de um processador é obviamente importante por conta do tempo de duração de suas baterias. Ainda assim, no entanto, a eficiência dos processadores de computadores também deve ser levada em consideração.

Um exemplo disso é o caso de grandes servidores, os quais costumam ser montados em locais isolados com ventilação natural. Com processadores que precisam de menos energia, é possível distribuir esses servidores em pequenos centros uma vez que não seria necessário reunir tudo apenas em locais onde é possível obter grandes quantidades de energia.

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