O app Tinder está aí para unir e destruir relacionamentos, pelo menos é isso que o que algumas pessoas dizem. De acordo com a revista norte-americana Vanity Fair, aproximadamente um terço dos usuários que usam aplicativo já está em um relacionamento sério e, alguns, até casados (dados provindos do Global Web Index). Nas próprias palavras da Vanity Fair, o Tinder pode ser encarado como um apocalipse dos relacionamentos. Mas será exagero?

O próprio Tinder já fez declarações oficiais para esclarecer o assunto, afirmando que esses números não são verídicos. Em várias publicações no perfil oficial do app no Twitter, o Tinder diz que somente 1,7% dos usuários do aplicativo são casados e que grande parte das pessoas faz uso do serviço para encontrar relacionamentos significativos e duradouros.

É claro que existem pessoas que estão procurando por momentos mais passageiros, sem qualquer tipo de compromisso, porém esse não parece ser o caso da maioria dos usuários de acordo com o Tinder. Essas informações são ditas com base nas pesquisas realizadas em mais de 265 mil pessoas que já utilizaram o serviço.

Os lados positivos do Tinder

Os tweets também deixaram claro que em determinadas partes do mundo o Tinder é um dos poucos meios que as pessoas encontram para explorar livremente as suas sexualidades. Por exemplo, no Paquistão os homossexuais tem no Tinder um app para conhecer pessoas com os mesmos interesses, sem medos e receios, algo importante em um país em que ser gay é ilegal.

Na China e na Coreia do Norte, o Facebook é proibido pelo governo, porém as pessoas podem se conhecer e se conectar através do Tinder, capaz de funcionar sem restrições nesses países. Por esses motivos, o Tinder não vê no serviço oferecido algo que pode ser encarado como negativo ou até mesmo destruidor.

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