(Fonte da imagem: Reprodução/Apple Insider)

A Alumni Research Foundation, empresa responsável por gerenciar o licenciamento das patentes que são propriedade da Universidade de Wisconsin, está acusando a Apple de ter violado direitos protegidos ao criar o chip A7 — presente no iPhone 5S, no iPad Air e no iPad Mini equipado com telas com a tecnologia Retina Display. Caso o órgão seja bem-sucedido em sua causa, isso pode significar um grande prejuízo à organização comandada por Tim Cook em um futuro próximo.

A instituição entrou com um processo acusando a companhia de Cupertino de ter usado sem permissão uma tecnologia responsável por fazer com que o processador executasse instruções com maior velocidade. A patente em questão teria sido registrada em 1998 e, segundo a Alumni, seria bem conhecida pela Apple — que inclusive a teria citado em diversos de seus registros recentes.

Embora o valor da indenização pedida não tenha sido revelado, esse pode não ser o maior problema que a empresa da Maçã pode ter que vir a enfrentar: a Alumni Research Foundation pede que a venda de todos os produtos equipados com o chip A7 seja interrompida até que a situação seja resolvida. Caso essa exigência seja cumprida, isso pode representar grande prejuízo financeiro para a organização de Tim Cook, cuja sobrevivência no mercado atual depende muito de nomes como os do iPhone e do iPad.