De acordo com o The New York Times, as redes de drogarias Rite Aid e CVS passaram a não aceitar mais o Apple Pay, sistema de pagamento em que basta colocar um iPhone 6 perto de um terminal no caixa para realizar a transação.

A Rite Aid já disse oficialmente que não está aceitando o método da Maçã e está "em processo de avaliar as opções de pagamento móvel".

De acordo com analistas ouvidos pelo jornal, a recusa se deve ao fato de as empresas pertencerem ao Merchant Customer Exchange (MCX), consórcio que reúne companhias como Buy, Gap e Walmart e que está desenvolvendo um sistema próprio de pagamento através do celular.

Pelo mercado de pagamento móvel

Chamado de CurrenC, o método da MCX, previsto para estrear em 2015, usa um sistema de QR Codes para debitar diretamente da conta corrente do usuário, contornado, assim, as taxas das empresas de cartões de crédito. Outra diferença em relação ao Apple Pay é que as redes conveniadas poderão monitorar o comportamento de compras do usuário para sugerir ofertas e programas de fidelidade.

O serviço da Apple já pode ser usado em mais de 220 mil estabelecimentos nos Estados Unidos. Já o CurrenC reúne um consórcio que possui 110 mil lojas e mais de US$ 1 trilhão em vendas. O Apple Pay é muito mais fácil de usar e as empresas de cartão de crédito, que são parceiras do projeto, acreditam que as pessoas vão optar por ele. "[Ele] é mais conveniente, mais seguro e o melhor para os consumidores", diz Ed McLaughlin, chefe de pagamentos da Mastercard.

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