(Fonte da imagem: Reprodução/AppGratis)

O AppGratis, um dos principais aplicativos de busca e promoção de ofertas na App Store, foi retirado do ar pela Apple. A ação aconteceu no dia 5 de abril em cumprimento às políticas de desenvolvimento de software da loja online. Entre os termos, estão a restrição a marketing direto de programas e o uso de notificações para exibição de propagandas.

Em um post no site oficial do aplicativo, o CEO da empresa, Simon Dawlat, descreve o drama dos últimos dias. Ele garante a seus funcionários, investidores e 12 milhões de usuários que o AppGratis continuará funcionando normalmente para aqueles que baixaram o programa antes dele ser retirado do ar. Além disso, afirmou que esse não é o fim da companhia, que já existe há quatro anos.

Dawlat conta ainda uma história interessante. Um dia antes do AppGratis ser removido, a Apple aprovou a versão do software para o iPad, colocando-o à disposição dos usuários menos de 24 horas antes de retirá-lo do ar novamente.

Negação

No post, Dawlat afirma não ter violado as regras da Apple. Muito pelo contrário, ele diz seguir até mesmo as recomendações não obrigatórias de design, como a emissão de uma única notificação por dia.

Ele diz também que a decisão de remover o AppGratis não foi tomada pela revisora de aplicativos que atendeu a empresa nos últimos quatro anos. Em vez dela – identificada apenas como “C” –, um segundo funcionário da Maçã, “R” teria sido o responsável. Em contato telefônico, ele teria apenas repetido que o software viola duas regras da loja online, sem dar mais detalhes.

Por fim, o presidente da AppGratis afirma que está em busca de uma solução para o problema, mas deixa claro que ainda não chegou a ela.

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