Os 7 Smartphones com Android mais alterados

Tudo começou com uma afirmação: “Os usuários de um smartphone com Android ou não querem um produto da Apple ou querem deixá-lo como um Honda Civic vindo diretamente do ʻVelozes e Furiososʼ”. Partindo do princípio que muitos dos usuários fazem parte da segunda opção, a Wired desenvolveu uma pesquisa tentando demonstrar quais são os aparelhos mais fáceis de se “hackear” que adotam o SO.

Os 7 smartphones mais hackeados

Este artigo traz uma informação para título de curiosidade. Vale lembrar que efetuar modificações em seu aparelho costumeiramente quebra políticas de uso e faz com que a garantia passe a não ter validade. Além disso, em alguns casos podem acontecer até mesmo danos mais sérios no smartphone.

  • HTC Nexus One: também chamado de Google Nexus One, o smartphone foi o primeiro rodando somente o Android e foi utilizado como uma espécie de vitrine. Ele foi comercializado pela HTC (embora agora esteja disponível somente pela Google) e, como foi uma espécie de experiência, ele ainda não possuía muitos dos mecanismos de segurança existentes hoje. O Nexus One possui um “bootloader” que é fácil de se desbloquear, o que facilita para quem quer utilizar um emulador e efetuar um overclock no processador do aparelho.
  • HTC Incredible e HTC Evo 4G: logo após o lançamento do HTC Incredible, já estava disponível a Unrevoked 3.0. Esta é uma ferramenta para efetuar modificações no aparelho, que dá privilégios de root ao usuário. Ela resulta na instalação de um software chamado “Clockwork Mod”, que adiciona uma série de personalizações no dispositivo.
  • Samsung Galaxy S: a linha do Galaxy S se popularizou de maneira muito rápida. Foram mais de 10 milhões de aparelhos vendidos até dezembro de 2010. Como há diversas versões do smartphone, também já existe um grande número de emuladores para alterá-lo conforme as preferências de seu usuário.
  • Motorola Droid: ao contrário da maioria dos aparelhos da empresa Motorola, o Droid One possui o “bootloader” já desbloqueado. Isso faz com que seja possível implementar kernels personalizados ao dispositivo, bem como emuladores.
  • Samsung Nexus S: o sucessor do Nexus One, produzido pela Google em parceria com a Samsung, também oferece o Android 2.3 (Gingerbread). Assim como o seu predecessor, ele foi desenvolvido especialmente para testar as novas experiências com o sistema e, como tal, também possui um mecanismo relativamente fácil de desbloquear.
  • Sony Ericsson Xperia: embora não seja uma marca tão famosa de aparelhos, a Sony Ericsson tem buscado deixar o dispositivo simples de ser alterado. Inclusive, a própria empresa divulgou instruções sobre como desbloquear o “bootloader” presente nos aparelhos Xperia Arc, Neo, Play e Pro, ao contrário do que acontecia com o X10. Talvez a própria Sony Ericsson queira deixar os aparelhos mais simples de serem alterados visando a “agradar” especialmente à comunidade de desenvolvedores.

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