Enquanto a Microsoft prepara-se para rodar o Windows em processadores ARM (que são usados na maioria dos smartphones do mundo), a Google faz o caminho inverso, seguindo na direção dos chips x86 (que rodam Windows 32 bits). A gigante da internet está aparentemente prestes a oficializar apoio aos processadores da Intel para o Android.

A Intel está prometendo para janeiro de 2012 o lançamento de processadores Intel Atom série E6xx para Android 2.3 Gingerbread. É a grande esperança da fabricante em se tornar mais competitiva no segmento móvel, área em que ela atualmente come poeira dos concorrentes.

Hoje, os chips da Intel dominam o cenário de desktops, notebooks e netbooks, enquanto os da ARM arrebatam o mercado móvel (smartphones e tablets). Com essa mudança, a Google pode estar rompendo uma barreira invisível, e além de trazer o chip da Intel para o mercado móvel, seu sistema operacional Android pode estar chegando com força aos computadores.

Um dos maiores problemas para os processadores da Intel é que eles tendem a consumir muito mais energia do que os chips concorrentes do mercado, fazendo com que a vida útil da bateria dos dispositivos móveis dure menos. A fabricante diz que vai otimizar o sistema operacional Gingerbread para que obtenha um desempenho melhor.

A pergunte que fica é: será que otimizar o Android será suficiente para fazer com que os dispositivos tenham uma bateria com desempenho pelo menos igual ao dos concorrentes? 

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