A operadora TIM Brasil anunciou seus planos de ter a rede 4G na faixa dos 700 MHz até a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016. No entanto, ela terá um adversário de peso a vencer: o desligamento dos sinais analógicos de televisão, que deverá acontecer somente em novembro para os cariocas, ou seja, depois da realização dos Jogos.

O prazo foi definido pela Portaria 481/14, fora do alcance do Gired, grupo formado por representante das emissoras de TV e das teles – a TIM incluída. Além de toda a transmissão estar digitalizada, a recepção doméstica precisa de adaptação: 93% dos domicílios terão que comprar um novo aparelho de TV ou um conversor de sinal.

O Gired, que é a instância de decisão, não está formado, e ainda precisa ser criada a Entidade Administradora da Digitalização (EAD), que vai distribuir equipamento a radiodifusores e às pessoas de menor renda. Desligar uma cidade do porte do Rio de Janeiro não é uma tarefa fácil, e a experiência internacional indica que é muito difícil o cronograma ser rigorosamente cumprido, já que houve atrasos nos EUA, Europa e Japão.

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