O cronograma de desenvolvimento do Windows 10 foi apresentado em setembro. E nesta semana, Kevin Turner, diretor de operações da Microsoft, falou também sobre um novo modelo de negócios que poderá ser adotado pela companhia.

De acordo com o executivo, as experiências dos usuários do novo OS deverão ser avaliadas já em março; uma prévia para desenvolvedores será lançada e a versão final do software deverá ser disponibilizada durante o segundo semestre de 2015. 

A “onda de lançamentos” irá acontecer na metade do próximo ano – especula-se também que a prévia do Windows 10 para dispositivos móveis chegue em janeiro. Mas o que ganha destaque é a forma com que as atualizações poderão ser feitas. Acontece que o preço do novo software não foi ainda mencionado, o que pode inaugurar um novo modo de contrato junto à empresa.

“Ainda não anunciamos os preços de referência para o Windows 10. Mas a única coisa que posso dizer é que conversamos sobre como o sistema não é um ‘líder de perda’ para nós”, explicou Turner. “Temos de monetizar de forma diferente. Há serviços envolvidos. Há oportunidades adicionais para que possamos oferecer a ferramenta de forma criativa”.

Pode ser que o novo sistema seja, por exemplo, oferecido gratuitamente por meio de pacotes a empresas ou a usuários comuns – a aquisição de demais serviços, como assinaturas junto ao Office 365, poderia ser requerida separadamente.

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