A Microsoft anunciou nesta semana um novo serviço voltado para o mercado corporativo chamado Windows Defender Advanced Threat Protection. Seu objetivo é ajudar a detecar, investigar e responder às tentativas de cyberataques as redes corporativas.

Conhecido pelo codinome “Seville”, a nova funcionalidade destina-se a ajudar as empresas a lidarem com ameaças graves utilizando o aprendizado da máquina para proteger os equipamentos com Windows 10. A partir da construção de um perfil de como o computador se comporta, o recurso alerta os gestores de TI sobre qualquer indicativo de violação de segurança. Caso detecte um ataque, ele mostrará como remediar a situação.

“As empresas levam cerca de 200 dias para perceberem que uma violação de segurança aconteceu, além dos 80 dias para conseguirem ter a situação sob controle”, afirma Terry Myerson, vice-presidente de software da Microsoft. “O Windows Defender ATP é projetado para reduzir esse tempo de maneira drástica, permitindo que as equipes de TI tenham conhecimento do ocorrido o mais breve possível”.

O executivo também disse que a Microsoft ainda não decidiu em quais versões do Windows 10 o Windows Defender ATP estará disponível, ou que tipo de modelo de negócio ele apoiará. Neste momento, o novo recurso está disponível apenas para um número restrito de organizações. No futuro, a empresa ampliará o alcance da funcionalidade para membros do Programa Windows Insider, de maneira a receber um maior número de feedbacks.

A Microsoft não especificou quais edições do Windows 10 contarão com a versão cliente do serviço, mas é certeza de que pelo menos a Enterprise será uma delas. A data de lançamento também ainda não foi divulgada, mas é possível que ele chegue já no terceiro trimestre deste ano.

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