Imagem de Worms Reloaded
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Worms Reloaded

Resumo

Depois de algum experimentalismo, Reloaded representa o retorno de Worms para as suas origens: humor nonsense, armas absurdas e terrivelmente poderosas, minhocas que seguem digladiando sem absolutamente nenhum motivo aparente. Isso sem se esquecer dos acréscimos que, no fim das contas, justificam um novo título: novas armas, nova indumentária, novas tiradas cômicas.

A inclinação mais moderna de Reloaded fica óbvia ao se conferirem os modos de jogo disponíveis. Há, é claro, a clássica batalha rápida que não precisa de nenhum motivo extra para ocorrer — pelo menos, nenhum motivo além do fato de o monitor estar atulhado de vermes insanos e pesadamente armados. Mas há também um novo modo campanha, novos estilos de fases, cenários dinâmicos e, o que não poderia faltar, diversas possibilidades para quem gosta de digladiar em ambiente online.

O arsenal em Reloaded mantém a tradição da franquia: armas tão devastadoras quanto absurdas. Alguns retornos notáveis: a Ovelha Explosiva; a Super-ovelha explosiva (espécie de míssil teleguiado... No formato de uma ovelha com capa de super-herói); a Granada Santa (antes de devastar o cenário, ouve-se um sonoro “Aleluia!”); a Doninha Fedorenta (autoexplicativa).

Embora o design dos mapas de Reloaded beba da mesma fonte dos títulos antigos, as arenas aqui trazem detalhes que acrescentam um frescor interessante às batalhas. É só olhar para o plano de fundo de qualquer arena para perceber o primeiro deles: são, invariavelmente, imagens dinâmicas. Dessa forma, enquanto o frenesi da batalha se dá em primeiro plano, ao fundo pode haver um caminhão basculante chacoalhando ou os holofotes de um estádio de futebol americano.

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