Imagem de Virtua Fighter 5 Final Showdown
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Virtua Fighter 5 Final Showdown

Nota do Voxel
70

Tradição e modernidade unidas em uma obra que agradará aos fãs da franquia

Os games de luta acompanham os jogadores desde as origens dos video games, arrebanhando fãs ao redor de todo o mundo. Nessa onda, pelos idos de 1993, a SEGA lançou um jogo chamado Virtua Fighter. A novidade praticamente revolucionou a jogatina de pancadaria, entregando gráficos poligonais e personagens com movimentação tridimensional — incrivelmente realistas para a época.

O jogo também inovou em outro quesito: os lutadores não faziam uso de poderes sobrenaturais, como em Street Fighter II. Assim, Virtua Fighter cresceu e, com o tempo, foi ganhando respaldo, respeito e quatro continuações.

Quase 20 anos depois, a SEGA aproveitou a recente onda dos lançamentos de títulos de luta para apresentar Virtua Fighter 5 Final Showdown. De acordo com diretor do game, Daichi Katagiri, o jogo é uma tentativa de levar aos fãs do gênero uma jogabilidade lapidada a tal ponto de fazê-los “sentir as dores de cada personagem” durante as lutas.  Será que a SEGA consegue cumprir essa ousada proposta? Confira.

Virtua Fighter 5 Final Showdown consegue atingir um patamar excelente para os atuais jogos de luta. A mecânica retrabalhada deixa as lutas mais ágeis, e o ritmo menos estratégico das batalhas deve cativar um maior número de jogadores casuais. No entanto, os confrontos ainda privilegiam os gamers mais experientes e a postura defensiva.

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Além disso, o título peca em detalhes técnicos importantes, como gráficos e efeitos sonoros, que ficam muito aquém de outros concorrentes de peso. Portanto, se você não é um entusiasta do combate tridimensional ou um fã de carteirinha da franquia, Virtua Fighter 5 Final Showdown pode passar despercebido por você sem maiores arrependimentos.