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Diversão simples e intuitiva. E sem ossos quebrados

schedule09/06/2010, às 10:59

Joe Danger é um típico jogo lançado para PSN. É simples, pode ser adquirido a preço de banana e traz um objetivo central absolutamente claro — sem reviravoltas com a história, sem toda uma mitologia para sustentar a trama. Aqui, você é Joe Danger, um exemplar dos famosos daredevils (destemidos) que desafiam a morte em programas de televisão.

Tal qual o lendário Evel Knievel, Joe vai saltar sobre diversos carros, atravessar argolas em chamas e executar loops. Para efeitos de comparação, talvez fosse possível colocar o despretensioso projeto da Hello Games em algum lugar entre o saudoso Excite Bike (Nintendinho) e o recente Trials HD. O resultado dessa mistura? Pura diversão, simples e contagiante.

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A história é tão simples quanto deveria ser: Joe Danger ficou fora do showbizz após sofrer um acidente um pouco mais feio. Agora, finalmente fará o seu retorno triunfal aos holofotes, embora esteja um tanto enferrujado.

Para relembrá-lo — talvez o motivo mais plausível para um tutorial desde Conker’s Bad Fur Day (N64) —, você deverá fazer diversas manobras, saltos e tudo o mais que envolve uma jogabilidade tremendamente simples e intuitiva.

Além disso, quando você finalmente tiver atravessado as pistas incluídas no jogo, ainda poderá lançar mão de toda a sua criatividade — ou excentricidade — no editor de pistas de Joe Danger. Aqui, realmente o céu é o limite — sim, nós tentamos fazer a maior rampa jamais imaginada. Mas, enfim, vamos aos detalhes.

Joe Danger é um daqueles jogos obrigatórios da PSN. É simples, divertido e engraçado. Além disso, a possibilidade de revisitar várias vezes o mesmo cenário, para tentar superar o seu recorde ou encontrar itens escondidos, confere uma longevidade incomum para um título de distribuição online. Isso sem falar na possibilidade de criar obras faraônicas e fisicamente inconcebíveis no modo de criação de cenários. E o melhor: sem ossos quebrados.

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