Monotonia cooperativa

Fuse nasceu como Overstrike e o mundo viu o game pela primeira vez na E3 2011. De lá para cá, muita coisa mudou. O título com visual cartunesco e violência exagerada ganhou ares mais sérios para mostrar a história de um time de agentes em conflito direto com uma corporação malvada. A seu dispor, está a mais alta tecnologia armamentista e a alta especialização de cada um dos membros do time.

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Pelas mãos da Insomniac Games, Fuse chega agora como um título completamente focado no modo cooperativo e com intensas cenas de combate. A habilidade de cada um dos integrantes do Overstrike 9 será necessária para completar os objetivos e impedir que a Raven Corporation coloque as mãos em uma tecnologia alienígena com alto potencial destrutivo.

O que impressiona, aqui, é a capacidade de pegar uma ideia interessante – pelo menos em seu trailer inicial – e transformá-la em algo genérico e muito pouco atrativo. Infelizmente, Fuse não é nada do que esperávamos.

Fuse nasceu como uma boa ideia. Mas com a mudança de nome, foram-se também seus principais atrativos. O que restou é um game de ação genérico e nada interessante, que não deve agradar quem está em busca de uma boa experiência com muita bala voando por todos os lados.

Mais um grande game potencial, desperdiçado por um desenvolvimento confuso e pouco inspirado. Como já é tradição em muitos jogos da Electronic Arts da atual geração.