É claro que nem todos levam a sério esta iniciativa, como indica o vídeo abaixo. Apesar de ser curiosamente hilário, o clipe mostra que todos têm a oportunidade de realizar esse ato de altruísmo. A maioria das pessoas despreza a atitude honrada e não dá a mínima para o dia 25 de novembro.
Dessa forma, o TecMundo Games espera que os usuários doem seu sangue pelo menos nos games, se, por algum motivo, não puderem realizar essa atitude na vida real. Dito isso, vamos ao que interessa: BLOOD.
Sangue
O líquido viscoso — na realidade, tecido conjuntivo líquido — que corre nas nossas veias e artérias pode simbolizar o ápice da violência nos games virtuais. Sangue é uma das substâncias mais utilizadas pelos desenvolvedores para realçar o realismo (embora isso ocorra, algumas vezes, de maneira extremamente artificial) e colabora fortemente na ambientação de games de ação, terror e outros gêneros.
Blood... of War!
O protagonista de games preferido dos usuários, Kratos, é um dos melhores exemplos que podemos utilizar para ilustrar a violência encarnada. Na série God of War, o guerreiro espartano brinca com o sangue de seus adversários e elimina, rapidamente, um por um. Nas mãos dos jogadores mais experientes, o famoso (e sanguinário) personagem faz uma festa vermelha com seus inimigos.
Ao que tudo indica, os títulos que terminam com as palavras "of War" seguem a tendência de assumir posturas mais sanguinolentas. Além da série da Sony, a renomada franquia da Epic Games surgiu recentemente com algumas ambientações assustadoras. Gears of War 2, em certos momentos, é o puro significado da expressão "derramamento de sangue". Marcus Fenix, na imagem acima, está quase "bonzinho" perto do que realmente acontece com ele e com a Delta Squad no segundo título da franquia. Há uma cena em que o grupo de combatentes é engolido por uma espécie de verme gigante e deve metralhar alguns pontos específicos para sair dessa fria. O resultado? A pele do bicho é dilacerada e, com isso, os personagens literalmente mergulham em litros de sangue.
Blood... of the Dead!
Dead também é um termo bastante empregado em títulos de jogos e, em muitos casos, significa sangue coagulado e telas avermelhadas com grandes quantidades de violência. Dead também traz as criaturas mais conhecidas pelos fãs de games "survival horror": os zumbis. Left 4 Dead, recentemente analisado pelo TecMundo Games, é um perfeito exemplo de jogo que mistura mortos-vivos furiosos e poças de sangue coagulado. É realmente impressionante o número de possibilidades de exterminação, devido à alta quantidade de zumbis presentes nos ambientes. Explodindo cabeças e decepando membros, é possível visualizar cenas incríveis de sangue jorrando dos corpos em movimento.
Mas não é só por conter Dead no título que o jogo deve obrigatoriamente ter o foco em zumbis. Dead Space é um dos melhores jogos analisados pelo TecMundo Games e não enfatiza mortos-vivos. Desta vez, são os pobres alienígenas que acabam se tornando os alvos principais dos gamers. Tecnicamente assustador, o game possibilita visões espetaculares de sangue saindo dos corpos inimigos. Utilizando armas convencionais e não-convencionais, o jogador tem a chance de visualizar até mesmo as hemoglobinas do sangue extraterrestre. Misturando horror e ficção científica, Dead Space impressionou a equipe TecMundo Games.
Outro Dead sangrento que vale a pena mencionar é Dead Rising. A Capcom resolveu criar um game de aventura especialmente para aqueles que prezam por sobrevivência. Como de praxe, há muitos zumbis e criaturas estranhas, e é Frank West, um fotógrafo, quem deve confiar no instinto de "survival" e eliminar as ameaças do caminho. Obviamente que a matança de zumbis originaria uma quantidade igualmente sinistra de sangue. West utiliza itens de todos os tipos para acabar com os inimigos. Uma pitada de humor aparece com o uso de caixas registradoras, bolas de boliche, foices, manequins, televisões de plasma e cones para o derramamento de sangue.
Blood... of the Blood!
Não que os desenvolvedores realmente tenham dado o seu sangue para desenvolver alguns jogos, mas o próprio nome dos games indica que o líquido vermelho está presente em abundância. É o caso de Requiem: Bloodymare, um MMORPG exclusivo para os computadores que tenta, bem como Age of Conan: Hyborian Adventures, oferecer realismo na violência apresentada. Criado pela Gravity (a mesma de Ragnarok Online), Bloodymare faz jus ao nome e ao tema principal: um mundo pós-apocalíptico no qual a magia negra e a manipulação genética deram origem a guerras, fome e criaturas grotescas. E quanto ao sangue? Bom, dê uma olhada na imagem acima, pois ela fala por todo o jogo.
Condemned 2: Bloodshot é realmente uma injeção de sangue para aqueles que não têm o costume de visualizar o líquido da violência em videogames. Como aparece na própria análise do TecMundo Games, "violência a granel, litros de sangue coagulado e um protagonista ainda mais problemático" criam um ambiente propício para o entretenimento. O horror é realmente um dos pilares de Bloodshot. Os sons de peças de metal rasgando a carne de seres infelizes entram em um forte contraste com o silêncio sinistro que toma conta de certas cenas do game. O TecMundo Games avisa: Condemned pode causar fortes calafrios e arrepios constantes em jogadores suscetíveis ao terror virtual.
Curiosidades

Não é apenas o nome do jogo que indica a aparição de um conteúdo "sangrento", mas isso realmente condiz com vários casos. Em Clive Barker's Jericho, por exemplo, é fácil perceber que o famoso autor dos livros de terror não economizou ao criar situações onde o próprio Mal aparece para dilacerar os jogadores e derramar o sangue dos personagens.
Mortal Kombat é o típico caso em que, se não houvesse sangue, os jogadores reclamariam sem parar. No entanto, a série da Midway não faz feio e apresenta lutas, muitas vezes, inundadas pelo sangue dos lutadores mortíferos.
Um dos jogos mais sangrentos da história dos videogames é, sem dúvida, Ninja Gaiden 2, criado exclusivamente para o Xbox 360. O famoso "hack 'n slash" da Tecmo enfatiza um ninja, sim, mas um ninja demasiadamente violento. Ryu Hayabusa é capaz de causar tal estrago que, em boa parte das ocasiões, metade da tela fica vermelha com o sangue retirado à força dos inimigos. Uma forte motivação está por trás disso: vingança. O lutador age sem misericórdia para causar o caos sangrento em meio aos diversos oponentes.
E, para quem pensava que a Nintendo não combinava com o surgimento de sangue em grandes quantidades, um game do Nintendo Wii apareceu. MadWorld traz à memória um filme conhecido entre os fãs de violência: Sin City. Isso acontece por causa do contraste brutal entre o sangue vermelho e o cenário do game, retratado inteiramente em preto e branco. Para quem tem um Wii e um estômago forte, uma ótima opção.Para representar os FPSs (games de tiro em perspectiva de primeira pessoa), é possível empregar F.E.A.R. como um dos títulos mais expressivos. Encarnando o personagem da forma mais intensa possível, o jogador passa por bons sustos e tem a chance de eliminar as ameaças presentes derramando o sangue dos inimigos de forma muito impactante.
Nos videogames, o sangue assola até mesmo os menus de opções. O game criado com ênfase no conhecido Justiceiro (The Punisher: No Mercy), aparecerá ainda neste ano com a proposta de envolver o jogador em embates simplesmente brutais. Violência, é claro, será um dos pontos básicos do jogo.
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Esperamos que os usuários tenham gostado da perfuração sangrenta apresentada neste especial. A todos, uma ótima sanguinolência... Quer dizer, diversão!
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