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Histórico
Era uma vez uma criança feliz que tomava sorvete na sorveteria de seu tio, em uma bela noite de... bem, ele não lembra que estação era. Mas enfim, de repente começaram a surgir barulhos estranhos do quarto de um de seus primos. Curioso como sempre, o menino foi investigar. Ao entrar no recinto, uma visão chocante. Uma nave dizimava alienígenas na tela da televisão, comandada pelo ultra-futurístico joystick de um Atari.
Bla bla bla, historinha clichê, bla bla bla. Mas é verdade. A partir daí uma sucessão de acontecimentos com as mais diversas plataformas – a primeira bolha no dedo com um Phantom System, a primeira briga com os pais a respeito de games com um Mega Drive, a primeira noite em claro em um jogo, com The Fourth Coming no PC – consolidou uma paixão pelo entretenimento digital interativo de forma permanente.
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A partir do recebimento de seu primeiro computador próprio, em torno dos nove anos de idade – anteriormente a experiência se limitava ao Paintbrush e ao Paciência em computadores de familiares – os consoles em si passaram ao segundo plano. Com a exceção da aquisição de um Nintendo 64, principalmente para jogar Zelda e Super Smash Bros., o PC passou a ser a principal forma de interação com o mundo dos games.
Em seguida, e aqui paro de falar em terceira pessoa pois já torrou o meu, quero dizer, a minha paciência, veio uma sucessão de jogos de todo tipo, com um foco maior em RPGs. Desde Heroes of Might and Magic até Counter-Strike, passando por alguns menos conhecidos como Dink Smallwood, a curiosidade – condizente com a quantidade de tempo livre – era enorme.
Vale ressaltar também os tempos de LAN House, durante o segundo grau, onde a minha diversão era gritar e xingar todo mundo ao jogar Counter-Strike, além de inúmeros MMOs asiáticos dos mais obscuros. Foi também onde comecei a jogar World of Warcraft e onde conheci muitas pessoas com quem converso até hoje – inclusive várias que trabalham aqui na empresa!
Com os anos passando e a responsabilidade batendo na... porta, o número de horas dedicadas ao lazer foi diminuindo até as atuais – raríssimas – partidas ocasionais de DotA e World of Warcraft. Aliás, este último jogo desde seu lançamento há mais de quatro anos. Me dediquei imensamente em alguns momentos e atingi níveis excelentes de desempenho no game, inclusive na arena, competindo frequentemente com o topo do grupo do qual meu servidor faz parte – esta última parte foi propaganda descarada, vai saber se alguém por aí quer me patrocinar.
Favoritos
Plataforma: PC
Motivo: Os meus gêneros favoritos de jogo, estratégia, RPG, MMO e FPS, são indiscutivelmente melhores em computadores. A precisão e versatilidade oferecidas pela plataforma fazem dela a escolha primária para este estilo de games. Além do mais, ela não serve somente para jogos, e integração é uma coisa que me agrada bastante – o que também me distancia bastante das “rivalidades” entre consoles e franquias.
Jogo: World of Warcraft
Motivo: Eu poderia citar uma das inúmeras razões pelas quais este título possui mais de onze milhões de assinantes. Mas basicamente, a resposta é bastante simples: paixão por fantasia medieval e muita fé na Blizzard. O jogo cobre praticamente todos os gostos e sua jogabilidade é a melhor de todos os jogos, de qualquer gênero, indiscutivelmente.
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Gêneros: RPG, FPS, MMO e estratégia
Motivo: Eu sou uma pessoa competitiva, que gosta de desafios. É difícil me contentar em jogar games simplesmente para passar o tempo. Eu preciso – ao menos tentar – ser o melhor. E estes são os tipos de jogo que proporcionam isso. O único problema é que sou preconceituoso e automaticamente descarto jogos com ambientações que não gosto, como ficção científica (no meu tempo de lazer, não no trabalho).
Personagens: Dink Smallwood e Link
Motivo: Link por me identificar com o personagem, além de ser um fã da franquia Zelda. Dink Smallwood pois foi o protagonista de um game que joguei quando tinha em torno de 12 anos e nunca terminei, sendo que o considerei espetacular na época. Falando nisso, preciso baixá-lo agora que está disponível gratuitamente...
O que joga atualmente
e qual o pior jogo que já jogou?
Nos dias atuais é bastante difícil conseguir algum tempo para jogar por diversão, na verdade. Quando dá, eu tento escorregar para dentro de uma partidinha de DotA para ouvir alguns MOMOMOMONSTER KILL. Nos últimos anos, no entanto, a regularidade é o World of Warcraft.
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Para o troféu de pior jogo, devo também colocar World of Warcraft. MAS COMO ASSIM, SEU PROFANADOR?! Pois é, embora o game tenha me proporcionado as maiores diversões em termos de jogos eletrônicos, ele também me deu muita ansiedade (oh meu deus, no próximo patch sai o remake dos talents de hunter!) e me fez gastar bastante tempo! Não me arrependo de nada, mas eu colocaria este joguinho safado em todas as listas que eu precisasse fazer.
Participação no TecMundo Games
Um fato curioso é que sou o mais novo membro da equipe. Enquanto todos aqui possuem – pelo que eu sei – quase ou mais de um ano de casa, eu entrei para o time no finalzinho de novembro. Isto faz com que minha maior participação no momento seja principalmente na parte de incomodar os outros colaboradores, além de fazê-los ouvir minhas reclamações constantes a respeito de “esquerdistas”.
Trabalho na parte de redação e, assim como meus colegas de setor, escrevo todo tipo de artigos: notícias, prévias, análises, descrições. Fui o responsável por redigir os especiais dos personagens mais feios, dos que não são o que parecem e dos games mais polêmicos, entre outros.
Algumas das minhas análises: World of Warcraft: Wrath of the Lich King (PC), The Legend of Spyro: Dawn of the Dragon (PS3), Soulcalibur Legends (Wii), Rocky Balboa (PSP), Ninja Gaiden Dragon Sword (DS), Mercury Meltdown Revolution (Wii), Bee Movie Game (X360), 50 Cent Bulletproof (PS2), Pro Evolution Soccer 2009 (PS2), Lord of the Rings: Tactics (PSP).
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