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Histórico
O mundo dos games sempre me fascinou. Quando eu tinha meus quatro ou cinco anos de idade, já passava horas com meus amigos jogando games que eu nem sabia o nome e me divertindo absurdamente. Mega Drive e Super Nintendo foram os consoles que me deram um pontapé para dentro dos videogames, mas eu também experimentei o Atari 2600 e o Master System (na casa de um vizinho).
Um fato interessante é que eu nunca tive um console da marca PlayStation. É, isso é muito raro, mas na era do primeiro console da Sony quem reinava na minha casa era Mario e Link, e quando eu queria babar com Metal Gear Solid — um jogo que eu já terminei com os pés (é verdade!) — tinha de visitar meus amigos. Depois de anos me divertindo com o Nintendo 64, parti para o lendário DreamCast, console que me deixou totalmente impressionado. Uma tela no controle? Jogar online? Gráficos “redondinhos”? Isso impressionava qualquer um.
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Depois de um tempo, parti para o PC e me afundei em Counter-Strike. Fui jogador profissional de CS durante uns 2 anos e participei de diversos campeonatos aqui em Curitiba. Também joguei bastante nos EUA quando vivi lá, e pude notar como a indústria dos games é forte naquele país. Propagandas na televisão, anúncios por toda a parte e muitas outras coisas que ainda são sonhos aqui no nosso Brasil.
Quando voltei dos Estados Unidos, me deparei com uma legião dominada pelo PlayStation 2 — e eu com minha caixa preta, o Xbox. Foi difícil manter o console, e acabei não comprando nenhum jogo aqui. Só voltei a me dedicar aos games com a chegada do Xbox 360, graças a Master Chief e Marcus Fenix. Mas, qualquer uma das plataformas da atual geração é bem-vinda, pois todas contam com seus pontos positivos.
Além de me dedicar ao mundo do entretenimento eletrônico, ainda possuo uma banda de metal (Drown In Ashes, ouça clicando no site oficial), em que eu assumo o papel de vocalista, reproduzindo sons que relembram zumbis e monstrengos de games como Resident Evil e Silent Hill — até na música os games me influenciam! Também sou estudante de Publicidade e Propaganda.
Favoritos
Plataforma: DreamCast
Motivo: Quando o DreamCast chegou ao mercado, em 1999, o mundo presenciava uma verdadeira nova era dos videogames. O console trazia consigo elementos que nunca foram vistos no ramo, como a possibilidade de jogar online de maneira decente e através de um modem embutido, e uma qualidade gráfico muito superior ao PlayStation e ao Nintendo 64.
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Games como Sonic Adventure e Shenmue foram verdadeiras obras-primas que usufruíam com inteligência das capacidades do console. Sua vida curta, o console parou de ser produzido em 2001, chocou os jogadores, mas o DreamCast ainda permanece na mente dos jogadores como um dos melhores consoles de todos os tempos.
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Jogo: Metal Gear Solid
Motivo: A verdadeira experiência cinematográfica dos videogames. Metal Gear Solid é uma obra-prima. Desde seu surgimento, no MSX, o game esbanjava inovação. A criação de Hideo Kojima se tornou realmente popular no PlayStation, graças a Metal Gear Solid, o primeiro game. Posteriormente, novas iterações foram surgindo e Kojima continuava a surpreender os jogadores com seu estilo peculiar. MGS não é apenas um jogo. É envolvente, dramático e conta com uma das melhores histórias do mundo dos games. Acredito que, ao lado de Ocarina of Time, é o melhor jogo de todos os tempos.
Gêneros: Ação, Terror, FPS e outros
Motivo: Atualmente, a definição de gêneros se torna cada vez mais complicada. Diversas franquias fazem uma grande mistura e originam títulos simplesmente incríveis, com elementos de vários gêneros diferentes. Mas, como estrutura básica eu prefiro jogos de ação (como Metal Gear Solid e Gears of War) e também o terror psicológico e envolvente de Silent Hill. Os FPS, em minha opinião, são jogos que exigem muita habilidade do jogador, e não tempo, como nos MMORPG, e por isso são interessantes.
Personagem: Solid Snake
Motivo: Confesso que fiquei em dúvida, mas Link acabou ficando para trás observando uma das revistas “interessantes” deixadas por Snake. O personagem é uma combinação de espião com agente de operações especiais e mercenário da FOXHOUD, um grupo fictício de operações e espionagem. O cara normalmente age sozinho durante suas missões e tem a responsabilidade de destruir os temíveis Metal Gears e salvar o mundo. Discreto no game, mas marcado como um dos personagens mais importantes dos games.
O que joga atualmente
e qual o pior jogo que já jogou?
Nos fins de semana, quando tenho tempo, ligo meu Xbox 360 e desfruto de games como Fallout 3, um jogo extremamente cativante que ganhei da minha linda namorada, e Street Fighter IV. Fora esses, gosto também de Halo 3, principalmente online e com os amigos lá em casa.
Quanto ao pior jogo, é realmente difícil falar. Mesmo com toda a tecnologia disponibilizada, algumas empresas parecem fazer questão de criar jogos deploráveis. Um exemplo é Rock Revolution. A Konami tentou entrar na onda de Guitar Hero, mas acabou criando um jogo confuso e frustrante — todas as músicas são versões covers das originais.
Participação no TecMundo Games
Todos os dias eu escrevo notícias, prévias, especiais e análises no TecMundo Games, assim como os demais redatores de nossa equipe. Dentro dos especiais, escrevi artigos como a História de Resident Evil e da Nintendo e também os comerciais dos videogames. Procuro sempre buscar novidades para deixar os usuários antenados. Faço parte da equipe há mais de um ano.
Algumas das minhas análises: Pro Evolution Soccer 2008 (a primeira, no Nintendo DS), Wii Fit (Wii), Alone In The Dark: Near Death Investigation (X360 e PC), Ninja Gaiden 2 (X360) SoulCalibur IV (PS3) Dragon Ball Z: Burst Limit (PS3), Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3 (PS2), Silent Hill: Homecoming (X360), Gears of War 2 (X360) Need for Speed Undercover (PC), Wario Land: Shake It! (Wii), Skate 2 (PS3), Killzone 2 (PS3). A última análise que fiz foi sobre o game Siren, para PlayStation 2.
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